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Paciente crítico em UTI está estável do ponto de vista hemodinâmico, risco nutricional elevado, intestino funcional, resíduos gástricos variáveis e calorimetria disponível.
Considerando o plano de suporte por sonda e pela veia, assinale a conduta mais adequada.
Nutrição por sonda nas primeiras 24 a 48 horas com metas progressivas e uso de pró-cinético conforme tolerância, posicionamento pós pilórico quando resíduos elevados persistem e complemento pela veia quando a entrega calórica proteica segue parcial.
Analgésico anti inflamatório em dose alta, pausa em atividade física, revisão em 2 a 4 semanas e pedido de imagem no primeiro retorno ambulatorial.
Interromper sonda quando resíduo passa de 150 mililitros por medida, pausa por 12 horas e retomada com fórmula concentrada para alcançar meta no mesmo dia.
Trocar calorimetria por equações fixas durante toda a internação, dispensar triagem de risco por diagnóstico crítico já presente no prontuário da UTI.
Ofertar sonda noturna em bolus de grande volume e parenteral diurna alternada, metas por calendário do serviço e reavaliações esparsas no período de suporte.