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No acompanhamento da doença renal crônica, a prescrição proteica muda conforme a fase da doença, o risco nutricional e a presença de diálise.
Assinale a alternativa correta.
A mesma orientação proteica deve ser mantida ao longo de todas as fases, porque a progressão renal pouco altera a necessidade metabólica.
Na doença renal crônica sem diálise, a prescrição tende a ser mais restritiva em proteína do que na diálise, e precisa considerar risco nutricional e contexto clínico.
A superioridade da proteína vegetal sobre a animal já foi estabelecida para todos os cenários clínicos da doença renal crônica.
A presença de albumina sérica reduzida basta para definir a prescrição proteica, porque o marcador sintetiza ingestão, inflamação e catabolismo.
A restrição proteica deixa de ter função clínica quando o paciente ainda preserva ingestão oral satisfatória e peso corporal aparentemente estável.