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Uma paciente do sexo feminino, 38 anos, professora universitária, relata episódios frequentes de irritabilidade, dificuldade de concentração, insônia e sensação constante de tensão há aproximadamente seis meses. A paciente nega uso de medicação psiquiátrica e refere alimentação baseada predominantemente em produtos ultraprocessados, com baixo consumo de frutas, legumes e oleaginosas. Ao avaliar o histórico alimentar, a nutricionista identifica um padrão dietético pobre em precursores de neurotransmissores envolvidos na modulação do humor e do comportamento ansioso. Considerando que o equilíbrio entre neurotransmissores como serotonina, dopamina, GABA e endorfinas é fortemente influenciado pela oferta de nutrientes dietéticos, a alternativa que apresenta a correlação CORRETA entre o padrão alimentar da paciente e seu impacto nos mecanismos neurobiológicos da ansiedade é:
A baixa oferta de fitoquímicos e compostos bioativos na dieta da paciente pode comprometer as propriedades antioxidantes e neuroprotetoras do sistema nervoso central, contribuindo para a desregulação dos neurotransmissores envolvidos no controle do humor e da ansiedade.
O consumo elevado de ultraprocessados promove diretamente o aumento da síntese de GABA, agravando os episódios de irritabilidade por hiperativação dos mecanismos inibitórios do sistema nervoso central.
A redução do consumo de alimentos de origem animal é o principal mecanismo pelo qual a dieta ocidental agrava os sintomas ansiosos, independentemente da oferta de fibras e compostos bioativos.
A suplementação de probióticos e prebióticos é suficiente para reverter os sintomas ansiosos da paciente, dispensando ajustes no padrão alimentar geral.