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Durante um atendimento ambulatorial, um nutricionista acompanha uma paciente de 52 anos com hipertrigliceridemia (TG = 410 mg/dL), HDL-c baixo e histórico de obesidade. Ao discutir as estratégias não farmacológicas, avalia a suplementação dietética e a redução de peso como parte do plano terapêutico. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose 2025, qual das afirmações a seguir reflete CORRETAMENTE as evidências e recomendações sobre essas intervenções?
O álcool em doses moderadas é recomendado para pacientes com HDL-c baixo, pois eleva o HDL-c e a adiponectina sem impacto significativo nos triglicérides dentro do limite de 100 g por semana.
A redução de 5–10% do peso em 1 ano é suficiente para reduzir o LDL-c de forma clinicamente significativa e estatisticamente expressiva, sendo esse o principal benefício lipídico da perda ponderal.
A suplementação com fitoesteróis é recomendada prioritariamente para redução de triglicérides, sendo mais eficaz que o óleo de peixe em pacientes com hipertrigliceridemia grave.
A redução de 8–10% do peso corporal está associada à redução de 20–30 mg/dL de triglicérides, aumento de 3–5 mg/dL de HDL-c e redução modesta de LDL-c; e o óleo de peixe (EPA/DHA) é recomendado como suplementação para redução de triglicérides.
A perda de 5–10% do peso corporal promove redução equivalente de LDL-c e triglicérides, com impacto irrelevante sobre o HDL-c, sendo o controle de peso indicado principalmente para dislipidemia mista.