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Um nutricionista que atua em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) conduz o acompanhamento ...

Um nutricionista que atua em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) conduz o acompanhamento de um grupo de pacientes hipertensos e revisa as metas de ingestão de sódio e potássio preconizadas pela Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025. Durante a consulta, um paciente questiona se pode substituir o sal de cozinha pelo sal rosa do Himalaia e outro pergunta sobre os substitutos do sal contendo potássio. Considerando as recomendações da diretriz, assinale a alternativa CORRETA.


A

O sal hipossódico não pode ser considerado um substituto do sal convencional, pois sua redução de sódio é inferior a 30% em relação ao sal de cozinha, sendo necessária outra estratégia para atingir a meta de 2 g/dia.


B

A meta de ingestão de sódio é de no máximo 2 g/dia; o sal rosa do Himalaia possui menor teor de sódio que o sal comum e pode ser recomendado como substituto; os substitutos do sal com potássio são seguros para todos os pacientes hipertensos.


C

A meta de ingestão de sódio é de no máximo 3 g/dia (equivalente a 7,5 g de sal de cozinha); o sal rosa do Himalaia e o sal marinho contêm menor quantidade de sódio que o sal refinado, sendo opções mais seguras para hipertensos.


D

A redução da ingestão de cada 1,15 g/dia de sódio reduz a PAS e a PAD em 1,4 e 2,8 mmHg, respectivamente, sendo o efeito mais pronunciado em jovens normotensos.


E

A meta de ingestão de sódio é de no máximo 2 g/dia (equivalente a 5 g de sal de cozinha); o sal rosa do Himalaia apresenta o mesmo teor de sódio que o sal comum e, portanto, não oferece vantagem; os substitutos do sal com potássio são contraindicados em pacientes com doença renal crônica pelo risco de hipercalemia.