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Durante a elaboração de um plano alimentar para um grupo de hipertensos em atenção primária, o(a) nutricionista compara o impacto da dieta DASH com o da dieta Mediterrânea sobre a pressão arterial. Ambas são padrões alimentares saudáveis, mas apresentam características e efeitos distintos conforme a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025. Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE as características e os efeitos pressóricos diferenciados dessas duas dietas.
A dieta Mediterrânea reduz a PAS/PAD em 8,7/4,5 mmHg em pacientes hipertensos, sendo mais eficaz que a dieta DASH, que promove apenas redução modesta de 1,5/0,9 mmHg; ambas são recomendadas com igual grau de evidência.
A dieta DASH e a dieta Mediterrânea produzem efeitos equivalentes na redução da PA, com diminuição de 8,7/4,5 mmHg na PAS/PAD, pois ambas são ricas em potássio, cálcio, magnésio e fibras.
A dieta DASH é rica em potássio, cálcio, magnésio e fibras, com quantidades reduzidas de sódio, colesterol e gordura saturada, e reduz a PAS/PAD em 8,7/4,5 mmHg em pacientes hipertensos; a dieta Mediterrânea promove redução modesta de 1,5/0,9 mmHg da PAS/PAD.
A dieta DASH restringe o consumo de frutas oleaginosas e laticínios, priorizando cereais refinados e proteínas animais magras, e reduz a PAS em 8,7 mmHg; a combinação da DASH com restrição adicional de sódio não produz benefício adicional.
A dieta Mediterrânea é contraindicada para hipertensos com dislipidemia por ser rica em gordura total proveniente do azeite de oliva, que eleva o colesterol LDL; a DASH, por sua vez, é isenta em gorduras e indicada exclusivamente para controle da PA.