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Em seguimento ambulatorial, um paciente com hipertensão e dislipidemia mantém prescrição medicamentosa estável e já recebeu plano alimentar ajustado em consultas anteriores. Após três retornos, registros apontam adesão parcial às orientações. Considerando princípios de dietoterapia e necessidade de replanejamento, assinale a conduta correta.
Manter integralmente o plano alimentar atual e reforçar mensagens de restrição em tom de alerta, concentrando grande parte da consulta em riscos cardiovasculares associados ao afastamento das metas pactuadas.
Acrescentar diversas proibições ao esquema anterior, restringindo listas de alimentos permitidos e aceitando queda da variedade de escolhas como estratégia principal para acelerar mudanças em exames laboratoriais.
Discutir com o paciente barreiras práticas de adesão, negociar metas graduais, ajustar o plano alimentar à rotina real de trabalho e família e definir indicadores simples para acompanhar, em cada retorno, avanços acordados em conjunto.
Abandonar o plano anterior e adotar modelo rígido de cardápios fechados com ciclos longos de repetição, reduzindo espaço para preferências pessoais e adaptações a eventos sociais ou situações imprevistas.
Conduzir o seguimento com foco quase exclusivo em valores de exames séricos e utilizar esses números como principal marcador da dietoterapia, dedicando poucos minutos à conversa sobre horários, ambiente e escolhas alimentares cotidianas.