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Paciente, 75 anos, internado há 36 horas na Unidade de Terapia Intensiva com quadro de broncopneumonia que evoluiu rapidamente para insuficiência respiratória e choque séptico. Dados antropométricos: Peso habitual: 55kg; Altura: 1,62m. História patológica pregressa de hipertensão arterial e hipercolesterolemia. No momento, encontra-se hemodinamicamente estável, com intubação orotraqueal e ventilação mecânica e com sonda nasogástrica aberta com débito de 30mL nas últimas 24 horas. Mantido em jejum com soro glicosado.
Qual a conduta a ser adotada pelo nutricionista, nesse caso?
Recomendar a Terapia Nutricional Parenteral devido ao risco de hiperalimentação e isquemia mesentérica.
Indicar a manutenção do paciente em dieta zero, devido ao débito da sonda nasogástrica e ao risco de broncoaspiração.
Indicar o início precoce da Terapia Nutricional Enteral com oferta calórica de 35 a 40kcal/kg de peso/dia devido ao comprometimento do estado nutricional.
Iniciar a Terapia Nutricional Enteral com uma oferta energética de 15 a 20 kcal/kg/dia e progredir para 25 a 30 kcal/kg/dia após o quarto dia do paciente em recuperação.