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Quanto à avaliação da ingestão alimentar em pacientes com câncer, podemos afirmar, EXCETO:
A redução parcial na ingestão alimentar também resulta em grandes déficits calóricos ao longo do tempo e, neste caso, deve-se considerar a possibilidade de % de déficit diário (> 25%, > 50% ou > 75% das necessidades de energia), a duração esperada, bem como o grau de depleção de reservas corporais.
Considera-se inadequação da ingestão alimentar quando um paciente tiver ingestão alimentar mínima por mais de 1 ou 2 semanas ou se a ingestão energética estimada for <60% das necessidades nutricionais.
Os métodos para avaliação de ingestão alimentarem pacientes oncológicos são objetivos e subjetivos e devem ser reconhecidos e abordados de maneira precoce.
Muitos fatores contribuem para prejudicar a ingestão de alimentos, aumentar as necessidades energéticas e proteicas, aumentar os estímulos anabólicos e alterar o metabolismo em diferentes órgãos ou tecidos.
A ingestão dietética deve ser feita de maneira qualitativa e, se possível, quantitativamente, utilizando registro alimentar, história dietética, recordatório alimentar ou escalas analógicas visuais ou verbais.