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Segundo os princípios de fixação interna do esqueleto craniomaxilofacial, publicado pela Fundação AO (2012), numa fratura não deslocada de sínfise mandibular em um paciente dentado total, o cirurgião pode utilizar duas placas do sistema 2.0 para a fixação interna dessa fratura, sendo uma placa superior, na zona de tensão, e uma placa inferior, na zona de compressão. Neste caso, os parafusos na zona de tensão deverão ser todos monocorticais para
facilitar a adaptação da placa.
permitir a redução da fratura.
evitar danos radiculares.
diminuir o deslocamento da placa.