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Paciente gênero masculino, 42 anos, compareceu a clínica queixando-se de dor intensa que não passa com uso de analgésicos. Após anamnese, o paciente pediu para ir ao toalete, pois veio dirigindo e bebendo água gelada para alívio da dor. No exame clínico, refere que a dor começou no lado inferior esquerdo, mas neste momento doem os dentes superiores também e até o ouvido. À percussão, ambos estão sensíveis (36 e 37). À palpação, não houve sensibilidade. No exame radiográfico, observa-se restaurações extensas e muito próximas à câmara pulpar (resina no 36 e amálgama com infiltração no 37) e espessamento do ligamento periodontal dos dois dentes. O paciente informou que o 36 foi restaurado há uma semana (estava com infiltração) e, desde então, ficou sensível ao gelado. Ao teste frio, o dente 37 responde imediatamente, e o 36 não responde, e ainda o paciente relata um pequeno alívio. Após alguns segundos, a dor volta intensamente.
Diante deste quadro de atendimento de urgência, recomenda-se a seguinte conduta:
abertura coronária e pulpotomia dos dentes 36 e 37; curativo com hidróxido cálcio e selamento coronário.
medicação com analgésico, anti-inflamatório e antibiótico, até que o paciente consiga indicar o dente que dói.
abertura coronária e pulpectomia dos dentes 36 e 37; curativo com hidróxido cálcio; selamento coronário.
abertura coronária e pulpectomia do dente 36; curativo com hidróxido cálcio e selamento coronário do mesmo dente.
medicar somente com anti-inflamatório e analgésico, até que os sintomas se tornem mais esclarecedores sobre o quadro de envolvimento pulpar.