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Muitos sistemas de classificação são usados na descrição do traumatismo dentoalveolar; todos apresentam vantagens e desvantagens. Uma classificação relativamente simples, porém útil, foi apresentada por Sanderset al. Esse método baseia-se inteiramente na descrição da lesão feita durante o episódio traumático, descrevendo as estruturas dentárias envolvidas, o tipo de deslocamento e a direção da fratura da coroa ou da raiz. Em relação aos traumatismos dentoalveolares, assinale a alternativa CORRETA.
Fissuras coronárias são limitadas ao esmalte e dentina. Exames periódicos de controle são valiosos porque qualquer força ao dente pode resultar em lesão à polpa e aos tecidos periodontais.
Dentes extruídos podem ser manualmente reposicionados de volta em seus alvéolos, se a lesão for muito recente. Após sua recolocação, é necessária esplintagem por 4 a 6 semanas assim como o tratamento endodôntico.
O meio mais adequado para armazenagem de um dente avulsionado é a solução salina balanceada de Hanks. Caso esta solução não esteja disponível, o leite pode ser utilizado porque ele possui pH e osmolalidade compatíveis aos das células vitais.
Nos dentes cujos ápices radiculares estejam expostos dentro da fratura dentoalveolar, o tratamento endodôntico deve ser realizado dentro de 3 a 4 semanas para prevenir a reabsorção radicular inflamatória e infecção.
Um tratamento viável para intrusão é a erupção ortodôntica assistida. O dente deve ser extruído vagarosamente, em um período de 4 a 6 semanas e esplintado por mais 30 dias.