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Nas fraturas do terço médio da face envolvendo um componente da oclusão, assim como nas fraturas mandibulares, é importante restabelecer a relação oclusal apropriada reposicionando a maxila em uma relação correta com a mandíbula. Quando uma redução óssea adequada é obtida após a FIM, mas a fratura permanece instável, osteossíntese direta ou técnicas de suspensão a fio de aço ou placas ósseas podem ser utilizadas para estabilizar a fratura. Marque a alternativa INCORRETA:
A suspensão esquelética com fio de aço jamais será usada em conjunto com a osteossíntese a fio de aço ou miniplacas. As técnicas de suspensão esquelética incluem aquelas que utilizam fios de aço na abertura piriforme, no rebordo infraorbitário, no arco zigomático ou no osso frontal.
O uso de fixação direta e suspensão a fio de aço apresenta limitações significativas em muitos casos. A rigidez limitada dos fios de aço pode tornar difícil a reconstrução e a manutenção dos contornos anatômicos apropriados, particularmente nas áreas côncavas e convexas, tais como as margens orbitárias e a proeminência do zigoma.
As técnicas de osteossíntese direta com fio de aço ou miniplacas (fixação rígida) estabilizam diretamente as fraturas individuais.
O fio de aço pode não fornecer resistência adequada às forças musculares durante o período de cicatrização, resultando, eventualmente, em algum deslocamento da fratura. A fixação rígida usando sistemas de placas eliminou a necessidade dos fios de suspensão.
Os fios da suspensão são conectados diretamente no arco maxilar ou podem ser conectados por um fio intermediário no esplinte interoclusal ou na mandíbula. Os fios de suspensão previnem o movimento da maxila causado pela tração inferior da mandíbula durante a tentativa de abertura.