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A abordagem do traumatismo em dentes decíduos deve enfocar...

A abordagem do traumatismo em dentes decíduos deve enfocar a prevenção, o atendimento de urgência, o tratamento do trauma e das repercussões para a dentição decídua e permanente. O trauma em dentes decíduos pode afetar as crianças na mais tenra idade, tendo uma prevalência que pode chegar a 35%. Os dentes mais afetados são os incisivos superiores devido a sua posição mais anterior na face. Nos casos de intrusão dentária devemos:


A

Realizar exame clínico cuidadoso de palpação no fundo de sulco para verificar a possibilidade de fratura da tábua óssea vestibular pelo impacto da intrusão do ápice do dente, exame radiográfico oclusal modificado e lateral. Esperar uma semana pela reerupção passiva. Caso não haja reerupção passiva do dente, indica-se reposicioná-lo e conter provisoriamente.


B

Aguardar de 15 a 30 dias pela reerupção passiva do dente intruído. Caso o mesmo não reerupcione, independente de lesão ou não do dente permanente indica-se a exodontia, tendo em vista que houve o rompimento das fibras apicais e consequente necrose pulpar.


C

Indicar o reposicionamento do dente intruído e a contenção provisória.


D

Indicar o reposicionamento do dente intruído e a contenção até a erupção do dente permanente.


E

Realizar exame clínico cuidadoso de palpação no fundo de sulco para verificar a possibilidade de fratura da tábua óssea vestibular pelo impacto da intrusão do ápice do dente, exame radiográfico oclusal modificado e lateral. Esperar de 15 a 30 dias pela reerupção passiva. Devemos ainda alertar ao responsável para a remoção de hábitos de sucção, dieta pastosa e limpeza da região com solução antisséptica.