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Em 1943, Pfeiffer foi o primeiro a revisar uma série de casos e propôs um possível mecanismo de fratura de assoalho orbitário. Em 195 , Smith e Regan reproduziram fraturas “blow-out” experimentalmente em cadáveres. Converse e Smith introduziram os conceitos de fratura “blow-out” pura, na qual somente o assoalho da órbita é envolvido. É sinal cl nico de fratura “blow-out”:
A enoftalmia.
A parestesia do nervo supraorbitário.
A poliplopia.
A ptose palpebral.
O sinal de olecrano.