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Paciente de 56 anos de idade, do sexo masculino, apresenta-se para tratamento odontológico. Durante a anamnese, revela que seu pai morreu em decorrência de infarto do miocárdio e, por isso, faz acompanhamento regular com cardiologista. Embora o paciente não apresente quadro de doença cardíaca, deve haver cuidado na utilização de anestésicos com vasoconstrictores adrenérgicos, como com qualquer outro paciente. Em relação à adrenalina utilizada como vasoconstrictor nos tubetes anestésicos, assinale a alternativa correta.
Pequenas doses de adrenalina produzem constrição dos vasos que nutrem os músculos esqueléticos, em decorrência de ações nos receptores α1.
A adrenalina é um potente dilatador (efeito α2) do músculo liso dos bronquíolos.
Mesmo em doses terapêuticas habituais, a adrenalina é um estimulante potente do Sistema Nervoso Central.
A pressão arterial sistólica é diminuída e a pressão diastólica é aumentada quando são administradas pequenas doses de adrenalina, devido à maior sensibilidade à adrenalina dos receptores β2.
A adrenalina produz constrição nos vasos sanguíneos que nutrem a pele, as mucosas e os rins, os quais contêm basicamente receptores α.