A forma mais comum de choque em um paciente vítima de...
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A forma mais comum de choque em um paciente vítima de...

A forma mais comum de choque em um paciente vítima de trauma de alta energia é o choque hipovolêmico, resultante da perda rápida de volume intravascular. Podendo este ser de origem hemorrágica ou não hemorrágica. Tendo em vista uma hemorragia em que houve uma perda de 35% do volume total de sangue do paciente, que apresenta taquipneia e taquicardia significativas, pode-se considerar essa hemorragia como hemorragia de classe


A

II, com necessidade apenas de reposição de cristaloides.


B

II, com provável manutenção da pressão arterial dentro dos níveis de normalidade em posição supina.


C

IV, com provável comprometimento do nível de consciência.


D

III, com sinais claros de perfusão inadequada.