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No tocante a prevenção secundária de lesões bucais, as ações mais efetivas são oriundas do treinamento e preparo dos cirurgiões dentistas para detectar lesões em seus estágios iniciais ou detectar as lesões que as precedem (Lamster et al., 2008). Desta forma torna-se importante que o profissional conheça as características anatômicas normais e as lesões que podem ser encontradas. A lesão que frequentemente afeta indivíduos de pele clara, em geral com mais de 40 anos, que tiveram exposição solar prolongada, em geral afetando trabalhadores rurais, pescadores ou outros trabalhadores expostos aos ambientes, sendo caracterizada pela atrofia da cobertura epitelial do vermelhão do lábio inferior, que perde sua definição em relação à pele e desenvolve áreas ásperas e escamosas, enegrecidas ou esbranquiçadas, avermelhadas ou ulceradas. Com a progressão pode haver o surgimento de pontos de malignização. O Diagnóstico clínico dessa lesão sugere:
fossetas labiais.
hiperplasia fibrosa.
queilite angular.
queilite actínica.
líquen plano da mucosa bucal.