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A hipertensão arterial (HA) é uma condição multifatorial que depende de fatores genéticos/epigenéticos, ambientais e sociais. Ela pode não ser diagnosticada por se tratar de condição frequentemente assintomática. Desta forma, a HA pode evoluir com alterações estruturais e/ou funcionais em órgãos-alvo, tais como: coração, cérebro, rins e vasos. Com base no exposto, é possível afirmar:
Níveis elevados de pressão arterial geram sintomas específicos e de fácil identificação: tremores, confusão mental, formigamento e palidez nos lábios e secura bucal.
O atendimento de pacientes com HA estágio 2 requer a profilaxia antibiótica para prevenir a ocorrência da endocardite infecciosa e suas complicações.
O emprego de anestésico local sem vasoconstritor é preconizado para o atendimento odontológico de pacientes com HA, mesmo com a doença controlada.
Pacientes com HA tratados com drogas anti-hipertensivas apresentam sialorreia e ardência bucal que podem prejudicar a realização dos procedimentos clínicos.
A principal preocupação durante a realização do tratamento odontológico do paciente com HA é a prevenção de uma crise hipertensiva e suas consequências.