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Quando um paciente possui um histórico de asma, o cirurgião-dentista deve determinar primeiramente, através de mais perguntas, se ele realmente tem asma ou outro problema respiratório. A asma verdadeira envolve um episódio de estreitamento de pequenas vias aéreas inflamadas, que produzem sibilos e dispneia como resultado de estimulações químicas, infecciosas, imunológicas ou emocionais, ou a combinação de todas. Sobre a condução do paciente com asma, é correto afirmar:
O uso de estetoscópio para ausculta torácica não é recomendado prévio ao atendimento.
É aconselhável o adiamento do tratamento odontológico para quando a asma estiver bem controlada e o paciente não tiver mais nenhum sinal de infecção no trato respiratório.
O uso de teofilina e epinefrina para controle de crises agudas de asma pode ser iniciado assim que o paciente se submeter ao atendimento odontológico.
O uso de anti-inflamatórios não-estereoidais deve ser evitado pois geralmente precipitam ataques de asma em indivíduos suscetíveis.