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De acordo com Duque et al (2013), com relação à terapia pulpar conservadora em dentes decíduos, é correto afirmar que:
o capeamento pulpar indireto consiste na remoção total da dentina cariada e proteção do complexo dentino-pulpar com um material biocompatível.
o capeamento pulpar direto não está indicado em exposição mecânica acidental no fim do preparo cavitário, quando todo o tecido cariado contaminado já tenha sido removido.
nos casos de capeamento pulpar indireto, deve-se utilizar, sobre o cimento de hidróxido de cálcio, uma restauração adequada, preferencialmente com cimento de ionômero de vidro.
no capeamento pulpar indireto tradicional, é recomendada a reabertura da cavidade após 60 a 90 dias da primeira sessão, para se verificar o aumento da dureza da dentina no fundo da cavidade.
o capeamento pulpar direto pode ser utilizado em dentes com leve sintomatologia dolorosa, desde que a exposição pulpar seja pequena e ocorra na ausência de contaminantes na cavidade bucal.


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