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A fluorose dentária é o resultado da ingestão crônica de...

A fluorose dentária é o resultado da ingestão crônica de flúor durante o desenvolvimento dental que, clinicamente, aparece como mudanças de opacidade do esmalte, decorrentes de alterações no processo de mineralização. É importante que o cirurgião-dentista saiba realizar o diagnóstico diferencial entre as formas mais leves de fluorose dentária e as opacidades de esmalte não fluoróticas, decorrentes de outros fatores. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando o diagnóstico às características da lesão.


Coluna 1

1. Fluorose dentária.

2. Opacidades do esmalte.


Coluna 2

( ) Claramente diferenciadas do esmalte adjacente normal.

( ) Mais comum nas superfícies vestibulares de um único dente ou, eventualmente, dos dentes homólogos.

( ) Linhas brancas opacas ou nuvens, até aparência calcária.

( ) Assemelha-se à sombra de uma linha traçada com lápis, a qual segue as linhas incrementais do esmalte. No grau leve, as linhas se fundem e têm aparência nebulosa.

( ) Os dentes cuja erupção ocorre primeiro (incisivos/primeiros molares) são menos afetados. Os pré-molares e segundos molares (e terceiros molares) são os mais gravemente afetados.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

1 – 1 – 2 – 1 – 2.


B

1 – 2 – 1 – 2 – 1.


C

2 – 2 – 2 – 2 – 1.


D

2 – 1 – 1 – 1 – 2.


E

2 – 2 – 1 – 1 – 1.