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Após a extração de um dente, forma-se um coágulo sanguíneo no local, com a eventual organização do coágulo pelo tecido de granulação, substituição gradual por osso fibrilar grosseiro e, finalmente, substituição por osso maduro. Acredita-se que a fibrinólise prematura do coágulo inicial seja responsável pela condição clínica conhecida como osteíte alveolar.
O que podemos afirmar com relação a essa condição?
O sítio de extração acometido é preenchido inicialmente com um coágulo contaminado acinzentado que é perdido e deixa um alvéolo ósseo vazio.
A frequência de osteíte alveolar é maior na maxila e nas áreas posteriores.
A prevalência está entre 10% e 12% de todas as extrações, mas aumenta para 25% a 30% nos terceiros molares mandibulares impactados.
Em geral, desenvolvem-se dor, odor fétido, tumefação e linfadenopatia um a três dias após a extração do dente.


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