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Um dos maiores desafios para o cirurgião-dentista que atende pacientes com alterações motoras é o posicionamento na cadeira odontológica e a dificuldade para estabilização de movimentos involuntários. Além da espasticidade oral e cervical, que dificultam o bom posicionamento na cadeira odontológica, a disfagia orofaríngea pode favorecer o risco de fenômenos aspirativos quando do uso da alta rotação e da seringa tríplice. Reflexos primitivos que determinam a ação involuntária da mordida e os vômitos, além de hipersensibilidade bucal e quadros convulsivos que podem tornar-se uma intercorrência clínica importante para o cirurgião-dentista. Está associada às características acima descritas:
paralisia cerebral.
atrofia medular espinhal.
distrofia muscular de Duchenne.
síndrome de Down – T21.