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A estabilização protetora é o ato de restringir a liberdade dos movimentos do paciente para minimizar os riscos de injúrias e danos permitindo a realização do tratamento odontopediátrico com proteção e segurança. De acordo com Corrêa (2017), assinale a alternativa INCORRETA sobre a estabilização protetora.
A estabilização protetora pode ser utilizada como um dos últimos recursos, após esgotadas as outras técnicas de manejo comportamental não farmacológicas.
O preenchimento do termo de consentimento livre esclarecido é imprescindível para garantir que o profissional esteja amparado pela Lei.
A estabilização protetora está contraindicada no caso de pacientes colaboradores ou que tenham experiência anterior de trauma físico ou psicológico.
Exemplos de estabilização protetora ativa: macri, posição joelho a joelho e posição corpo a corpo.