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As alterações radiográficas na periodontite acompanham a destruição fisiopatológica dos tecidos periodontais e incluem, EXCETO:
Perda óssea periodontal contínua e aumento do espaço do ligamento periodontal resultam em imagem radiolúcida em forma de cunha na porção mesial ou distal da crista. O ápice da área aponta em direção à raiz.
O processo destrutivo estende-se através da crista alveolar, reduzindo então a altura do osso interdental. Como a atividade osteoclástica aumentada resulta em reabsorção óssea aumentada ao longo das margens endosteais dos espaços medulares, o osso interdental remanescente pode se apresentar parcialmente desgastado.
Nenhuma correlação foi encontrada entre a lâmina dura da crista em radiografias e a presença ou a ausência de inflamação clínica, sangramento à sondagem, bolsas periodontais ou perda de inserção.
Sempre que houver uma perda óssea importante em relação a uma única raiz de molar, deve-se considerar que a furca também possa estar envolvida.
Ruptura e perda de definição da lâmina dura são as alterações radiográficas mais lentamente observadas na periodontite e resultam da reabsorção óssea ativada pela extensão da inflamação gengival dentro do osso periodontal.