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Ao relatar arritmia cardíaca durante a anamnese, o paciente deve ser questionado sobre sua atividade diária. Quando o paciente relatar restrições nas atividades diárias de rotina, ou quando o cirurgião-dentista tiver dúvida a respeito das condições cardiovasculares do paciente, deve entrar em contato com o cardiologista que atende o paciente, solicitando informações sobre o tipo e a severidade da arritmia, bem como sobre suas condições atuais.
A respeito das arritmias cardíacas e o uso de anestésicos com ou sem vasoconstritores, assinale a opção que apresenta o protocolo de atendimento mais adequado.
No caso de arritmias severas, se o tratamento odontológico for inadiável, o uso de epinefrina não deve ser evitado.
No caso de arritmias estáveis e bem controladas, soluções contendo felipressina 0,03UI/ml não podem ser empregadas.
No caso de arritmias supraventriculares, como na síndrome de Wolff Parkinson-White, deve-se evitar o uso de epinefrina.
No caso de arritmias estáveis e bem controladas, podem ser empregados pequenos volumes de soluções anestésicas contendo epinefrina, preferencialmente, 1:50.000 ou 1:100.000.
No caso de arritmias sintomáticas, na presença de outra doença cardíaca, a utilização de prilocaína 3% com felipressina 0,03 UI/ml ou mepivacaína 3% sem vasoconstritor está contraindicada.