

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Ao definir o plano de tratamento para a remoção de terceiros molares inferiores, quanto à complexidade da técnica, é necessário classificá-los quanto a posição, classe e profundidade. Diante disso, segundo Winter (1926) e Pell e Gregory (1933), a posição, classe e profundidade se relacionam, respectivamente, com
posição do terceiro molar inferior em relação à borda anterior do ramo da mandíbula e a face distal do segundo molar inferior; eixo do terceiro molar inferior com a posição do segundo molar inferior; posição e o nível da face oclusal do terceiro molar inferior em relação à posição do segundo molar inferior.
eixo do terceiro molar inferior com a posição do segundo molar inferior; posição do terceiro molar inferior em relação à borda anterior do ramo da mandíbula e a face distal do segundo molar inferior; posição e o nível da face oclusal do terceiro molar inferior em relação à posição do segundo molar inferior.
posição e o nível da face oclusal do terceiro molar inferior em relação à posição do segundo molar inferior; posição do terceiro molar inferior em relação à borda anterior do ramo da mandíbula e a face distal do segundo molar inferior; eixo do terceiro molar inferior com a posição do segundo molar inferior.
eixo do terceiro molar inferior com a posição do segundo molar inferior; posição e o nível da face oclusal do terceiro molar inferior em relação à posição do segundo molar inferior; posição do terceiro molar inferior em relação à borda anterior do ramo da mandíbula e a face distal do segundo molar inferior.