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As lesões da cavidade oral e região perioral devem ser identificadas e diagnosticadas para a implementação da terapia adequada, visando eliminá-las. Vários passos semiológicos devem ser seguidos até a decisão de se coletar um espécime cirúrgico, visando o diagnóstico final através de uma análise histopatológica.
Baseado em seus conhecimentos sobre biópsia, pode-se afirmar:
A biópsia apresenta menor probabilidade de descartar uma doença maligna do que de diagnosticar o câncer, porque a minoria das lesões orais e odontogênicas são caracterizadas pela benignidade.
A biópsia não deverá ser indicada para todas as lesões que apresentem característica de malignidade, para se evitar o risco de metástase.
As biópsias não devem ser indicadas em lesões sem causa identificável que persistam por mais de 10 a 14 dias, apesar do tratamento local. Essas lesões devem ser preservadas por um período maior.
O princípio primário da biópsia é determinar o diagnóstico com precisão, para que o tratamento adequado possa ser oferecido, visto que muitas lesões diferentes apresentam aparências clínica ou radiográfica semelhantes.