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Paciente P.F.S., 3 anos e 4 meses, sexo feminino, foi levada ao atendimento odontológico de urgência pela mãe após sofrer uma queda da própria altura enquanto corria descalça em uma superfície molhada. A mãe relata sangramento discreto no momento da queda e ausência de dor desde então. Ao exame clínico, nota-se intrusão do dente 61, com coroa parcialmente visível, ausência de mobilidade e tecidos moles circundantes sem sinais de infecção ou laceração. A radiografia periapical evidencia o deslocamento da raiz do 61 em direção à cripta do germe do dente permanente 21, sem fraturas ósseas aparentes. A criança apresenta cooperação limitada ao exame intraoral, mas está afebril e sem sinais sistêmicos.
Considerando os achados clínicos e radiográficos e as diretrizes da IADT (International Association of Dental Traumatology) para o manejo de traumatismos em dentição decídua, qual deve ser a conduta MAIS apropriada neste caso:
Realizar reimplante do dente 61, reposicionando-o com leve tração digital e imobilização com contenção flexível.
Iniciar tratamento endodôntico em até 24 horas, com o objetivo de preservar a raiz do dente decíduo e impedir infecção periapical.
Realizar exodontia imediata, a fim de evitar danos ao germe do dente permanente e infecção local.
Adotar conduta conservadora, aguardando a reerupção espontânea do 61, com acompanhamento clínico e radiográfico regulares.
Prescrever antibiótico sistêmico por 7 a 10 dias, associado a analgésico e anti-inflamatório, considerando risco de infecção ascendente.


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