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Paciente do sexo masculino, 37 anos, apresenta aumento de volume indolor em região posterior de mandíbula à direita, com evolução progressiva há cerca de 3 meses. Relata parestesia discreta no hemi-lábio inferior direito. Ao exame clínico, observa-se expansão de cortical vestibular e ausência de sinais flogísticos. A radiografia panorâmica evidencia imagem radiolúcida unilocular, com margens parcialmente corticais e reabsorção de raízes adjacentes.
Considerando os achados clínico-radiográficos e a necessidade de um diagnóstico mais preciso para planejamento cirúrgico, qual é a conduta mais adequada em relação ao exame de imagem complementar:
Solicitar ressonância magnética, por ser superior na distinção entre lesões císticas e sólidas, além de avaliar extensão em tecidos moles com maior precisão.
Optar por tomografia computadorizada multislice (TCMS), que oferece cortes mais precisos que a TCFC e maior sensibilidade para microcalcificações e lesões infiltrativas.
Repetir a radiografia panorâmica após 30 dias, pois o padrão de crescimento da lesão pode indicar agressividade, sendo o controle radiográfico inicial o suficiente.
Realizar tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), para melhor delimitação tridimensional da lesão intraóssea, avaliação de cortical óssea e envolvimento do canal mandibular.
Proceder diretamente à biópsia incisional sob anestesia local, visto que a radiografia já oferece base suficiente para intervenção cirúrgica diagnóstica.


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