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A Luxação temporomandibular é a perda das relações normais entre as superfícies articulares temporomandibulares. Frequentemente o deslocamento máximo das cabeças da mandíbula ocorre em sentido anterior, sendo mais raros os deslocamentos posteriores e laterais.
A respeito desta condição é correto afirmar que:
Em condições fisiológicas a cabeça da mandíbula transpõe o tubérculo articular do osso temporal, mas a abertura extrema da boca provoca uma tensão exagerada do ligamento capsular e de sua parte anterior.
Um paciente com luxação bilateral anterior da mandíbula apresenta-se ao exame clínico com a boca entreaberta e evidente impossibilidade de fecha-la.
Se a luxação é unilateral, a boca está mais aberta, com o mento desviado para trás no lado afetado e a bochecha achatada para o lado oposto ao afetado.
A palpação na frente do trago revela uma saliência normalmente ocupada pela cabeça da mandíbula.
As luxações recidivantes aparecem depois de um abaixamento da mandíbula que ultrapasse determinada amplitude e são alterações que exigem manobras especiais para redução, não sendo suto reversíveis.