

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A hemissecção e a ressecção radiculares frequentemente são utilizadas em casos de molares com envolvimentos de furca de classe II avançados e de classe III. Antes da hemissecção e da ressecção radiculares, a morfologia de cada raiz, assim como a área de superfície de cada raiz, tem de ser cuidadosamente analisada.
Em relação a esse tema, assinale a alternativa correta.
A raiz palatina de um molar superior possui uma ampla dimensão vestibulopalatina e uma forma de ampulheta no corte transversal, portanto, uma grande área de superfície radicular. Está localizada em uma posição central no processo alveolar, alinhada de forma adequada com os pré-molares superiores e em uma posição ideal para funcionar como uma unidade separada. Por esse motivo, a raiz palatina é preferida como retentor quando o dentista estiver selecionando entre a raiz mesiovestibular e a raiz palatina.
A raiz mesiovestibular de um molar superior é a menor das três raízes, mas seu tronco radicular é comparativamente longo. Então, a raiz distal possui uma quantidade menor de osso de suporte e, uma vez hemisseccionada, o cone pode apresentar mobilidade aumentada.
A raiz mesial do molar inferior é oval no corte transversal e, geralmente, tem apenas um canal radicular amplo. A raiz mesial é comparativamente grande, o que resulta em massa dentinária maior para resistir à fratura radicular, e é uma boa candidata à instalação de um pino ou núcleo.
A raiz distal do molar inferior tem uma área de superfície radicular significativamente maior do que a raiz mesial. A raiz distal, entretanto, tem formato de ampulheta no corte transversal, a partir do qual pode ser difícil realizar o controle de placa pelo paciente e o procedimento restaurador. Além disso, a raiz mesial frequentemente possui dois canais estreitos. Os canais radiculares em geral são próximos à superfície externa da raiz. Isso pode complicar a preparação da raiz durante o tratamento restaurador subsequente.
A furca nos segundos pré-molares superiores frequentemente está localizada em um nível coronário; sendo assim, a manutenção de uma das raízes tem um propósito significativo.