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Segundo Lindhe, Lang e Karring (2018), sobre os enxertos ósseos e substitutos ósseos, é correto afirmar que:
os enxertos xenogênicos têm um ritmo de reabsorção muito lento, que assegura a estabilidade a longo prazo.
o uso dos autoenxertos atualmente é um pouco limitado em virtude da morbidade associada à coleta e ao baixo indice de reabsorção.
os enxertos ósseos autógenos (autoenxertos) foram historicamente o padrão referência nas terapias de regeneração óssea, apesar de não apresentarem propriedades osteoindutivas.
os aloplásticos são enxertos ósseos coletados de cadáver e processados por congelamento on desmineralização e congelamento.
os aloenxertos são biomateriais de origem animal, principalmente bovina e equina.


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