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As complicações pós-operatórias de lesões balísticas craniomaxilofaciais estão diretamente relacionadas ao tipo de ferimento, à energia do projétil e ao tempo de intervenção reconstrutiva. Em relação a essas complicações, assinale a alternativa correta.
A reconstrução óssea tardia está associada a melhores resultados estéticos e menor taxa de contraturas, devido à maturação prévia do tecido cicatricial.
A falha em realizar reconstrução definitiva dentro de 24 horas aumenta o risco de necrose tecidual por isquemia, mas não altera o contorno facial.
A taxa de paralisia de nervo craniano após lesões balísticas é inferior a 5%, sendo mais comum em casos de lesões orbitais ou do nervo olfatório.
As fraturas cominutivas mandibulares apresentam baixa incidência de complicações quando tratadas com redução fechada, segundo dados populacionais recentes.
As deformidades permanentes com face larga e achatada resultam do retardo na reconstrução e da ação das forças cicatriciais nos tecidos moles.


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