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Em casos de lesões periapicais persistentes, especialmente após tratamentos endodôntico...

Em casos de lesões periapicais persistentes, especialmente após tratamentos endodônticos realizados há mais de um ano, é fundamental considerar fatores como falha na desinfecção, complexidade anatômica do canal, presença de microvazamentos coronários e resistência de biofilmes intracanais. Em um paciente com molar inferior previamente tratado, que apresenta imagem periapical radiolúcida estável há 24 meses, dor à percussão e ausência de fístula, a conduta terapêutica atualizada, considerando os princípios da Endodontia Regenerativa e os avanços em irrigação e obturação, deve ser:


A

Desobturação seguida de instrumentação manual com limas de níquel-titânio e selamento apical com MTA, sem nova imagem tridimensional.


B

Apicectomia imediata e retropreenchimento com cimento à base de resina epóxica, respeitando o perímetro ósseo remanescente.


C

Exodontia por insucesso terapêutico e instalação de implante osseointegrado, conforme protocolo de reabilitação precoce.


D

Retratamento endodôntico com irrigação ativa ultrassônica, uso de solução de hipoclorito de sódio aquecida e obturação tridimensional com biocerâmico.


E

Acesso transradicular direto à lesão via perfuração lateral planejada com auxílio de guia CAD-CAM para abordagem apical controlada.