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A habilidade da polpa em suportar um procedimento restaurador varia, dependendo da gravidade da injúria e de seu potencial de defesa. Sobre o aumento das chances de danos irreversíveis à polpa durante o procedimento restaurador, é correto afirmar que:
quanto mais extenso o preparo cavitário no elemento dentário, menor a probabilidade de ocorrência de dano severo e irreversível à polpa;
a diminuição da permeabilidade dentinária que ocorre com a esclerose dos túbulos dentinários aumenta a chance de dano irreversível à polpa;
quanto mais profunda a cavidade, menor será a permeabilidade dentinária, e portanto, menor será o risco de dano pulpar irreversível;
menor permeabilidade dentinária decorrente do processo fisiológico de envelhecimento, de estímulos físicos, e mecânicos sobre o dente aumenta o risco de dano irreversível à polpa;
a contração de polimerização dos compósitos, que resulta na formação de “gaps” na interface, podem permitir a penetração de bactérias e subprodutos, gerando inflamação pulpar irreversível.