

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em relação a anatomia radiográfica, assinale a alternativa que apresenta as estruturas indicadas.

Espinha nasal anterior e ramo de mandíbula.
Seio Maxilar e côndilo de mandíbula.
Palato e forame mentual.
Forame mentual e tuber de maxila.
Forame nasopalatino e espinha nasal anterior.
Na avaliação de uma radiografia panorâmica, observa-se na região de molares inferiores, uma linha espessa radio lúcida, delimitada superior e inferiormente por uma linha radiopaca, estendo-se até o forame mentual na região de pré-molares inferiores. Nomeia-se o reparo anatômico descrito acima como:
Sobre aspectos radiográficos das lesões císticas do complexo maxilofacial, assinale a alternativa INCORRETA.
No cisto ósseo simples, a estrutura interna é totalmente radiolúcida, mas ocasionalmente pode aparecer multilocular, embora a lesão não contenha septos verdadeiros.
No cisto de Gorlin, o aspecto interno pode ser variável. Ele pode ser completamente radiolúcido, podendo apresentar evidência de pequenos focos de material calcificado.
Cistos dentígeros normalmente têm uma cortical bem definida, com um contorno curvo ou circular. Caso haja infecção presente, a cortical pode estar ausente.
No Ceratocisto odontogênico, uma característica importante é sua propensão para crescer ao longo dos espaços medulares dos maxilares, causando mínima expansão.
No Ceratocisto odontogênico, a relação cisto-coroa demonstra variações radiográficas, podendo ser central, lateral ou circunferencial.
Utilizando os mesmos esquemas observados anteriormente, identifique, na sequência dos mesmos, os acidentes anatômicos I, II, III e IV.
I 2 vértebra áxis; 23 canal da mandíbula; 25 forame mentual.
II 12 dente do atlas; 13 seio esfenoidal; 7 concha nasal.
III 4 seio maxilar; 18 margem infraorbital; 21 septo nasal.
IV 10 processo coronoide; 17 seio etmoidal; 20 fossa nasal.
I 2 osso hioide; 23 canal da mandíbula; 25 forame mandibular.
II 12 vértebra áxis; 13 seio esfenoidal; 7 concha nasal.
III 4 seio frontal; 18 margem infraorbital; 21 fossa nasal.
IV 10 processo coronoide; 17 seio maxilar; 20 concha nasal.
I 2 osso hioide; 23 canal da mandíbula; 25 forame mentual.
II 12 dente do áxis; 13 seio esfenoidal; 7 concha nasal.
III 4 seio frontal; 18 margem infraorbital; 21 septo nasal.
IV 10 processo coronoide; 17 seio maxilar; 20 fossa nasal.
I 2 apófise estiloide; 23 canal da mandíbula; 25 forame mentual.
II 12 vértebra atlas; 13 seio etmoidal; 7 concha nasal.
III 4 seio frontal; 18 margem infraorbital; 21 septo nasal.
IV 10 cabeça da mandíbula; 17 seio maxilar; 20 fossa nasal.
I 2 osso hioide; 23 canal da mandíbula; 25 forame mentual.
II 12 dente do áxis; 13 seio etmoidal; 7 concha nasal;
III 4 seio frontal; 18 margem infraorbital; 21 fossa nasal.
IV 10 cabeça da mandíbula; 17 seio maxilar; 20 concha nasal.

Assinale a opção que corresponde aos pontos anatômicos identificados pelos numerais de 1 a 4 na imagem radiográfica apresentada.
1– processo estiloide; 2 – parede posterior de seio; 3 – axis; 4 – parede anterior da laringe
1 – fossa pterigoide; 2 – parede posterior de seio; 3 – osso hioide; 4 – parede anterior da laringe
1– processo estiloide; 2 – palato duro; 3 – axis; 4 – parede posterior da faringe
1– processo estiloide; 2 – parede posterior de seio; 3 – osso hioide; 4 – parede anterior da laringe
1– fossa pterigoide; 2 – palato duro; 3 – osso hioide; 4 – parede posterior da faringe


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Qual patologia simula uma alteração endodôntica com as seguintes características: Predileção por jovens na segunda década de vida, acometendo mais mulheres do que homens, estando frequentemente associado a dentes inclusos, especialmente caninos superiores, clinicamente podem causar abaulamento, mas são assintomáticos. Radiograficamente apresenta uma imagem unilocular com focos de calcificação, lembrando “floco de neve”.
Ameloblastoma
Tumor Odontogênico adenomatoide
Osteoclerose idiopática
Nenhuma das respostas
Um sólido subsídio da anatomia do complexo estrutural dentomaxilomandibular e estruturas adjacentes, direta ou indiretamente com ele relacionadas, constitui um substrato imprescindível à interpretação radiográfica (FREITAS et al., 2004). Sobre a anatomia radiográfica dentomaxilomandibular, assinale a alternativa falsa.
O forame mentual é observado como uma área radiolúcida arredondada ou oval, à altura dos dentes incisivos centrais inferiores ou superposta aos mesmos, quando poderá acarretar dúvida, podendo ser interpretada como lesão periapical.
O espaço periodontal ou pericementário é visto sob a forma de uma delgada linha radiolúcida contornando a raiz em toda a sua periferia.
A espinha nasal anterior é registrada radiograficamente como uma pequena área radiopaca em forma de V, vista abaixo do septo nasal, corresponde à superposição da maxila na borda inferior da fossa nasal.
As fossas nasais se apresentam, nas radiografias periapicais dos dentes incisivos superiores, como imagens radiolúcidas, simetricamente dispostas, acima dos ápices radiculares e separadas por uma espessa faixa radiopaca, que se estende do teto até o assoalho da mesma, correspondendo ao registro radiográfico do Vômer (septo nasal).
Em qual das seguintes regiões, o “Y” invertido de Ennis é observado em radiografia periapical?
Molares superiores.
Dentes canino e incisivo lateral superiores.
Molares inferiores.
Dentes canino e incisivo lateral inferiores.
Túber da maxila.
Quanto à anatomia radiográfica da maxila em radiografias periapicais, assinale a alternativa que representa o reparo anatômico que é visualizado como uma imagem radiopaca de contornos nítidos, forma triangular, com base inferior e vértice supero- -anterior geralmente superposto à tuberosidade da maxila em posições diversas, às vezes chegando a prejudicar a interpretação radiográfica, principalmente do terceiro molar superior.
Fosseta Mirtiforme
Hámulo Pterigóideo
Processo Coronoide da Mandíbula
Processo Zigomático da Maxila
Sutura Intermaxilar


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.

Com base na radiografia periapical acima, assinale a alternativa que apresenta a estrutura anatomorradiográfica indicada pela seta.
processo coronoide
Y invertido de ENNIS
tubérculo geniano
hâmulo pterigoideo
cortical da abertura piriforme
Pequenos pontos radiopacos, equidistantes entre a borda superior e inferior da mandíbula, que podem ser visualizados nas radiografias periapicais dos incisivos inferiores, abaixo do ápice dos incisivos, próximos à linha média, são denominados
Foramina lingual.
Espinha geniana.
Protuberância mentual.
Forame mentual.
Espinha milo-hióidea.
O forame incisivo é também chamado nasopalatino. Nele, passam nervos e vasos que participam da inervação e irrigação dos incisivos centrais superiores. A sua imagem radiográfica é usualmente projetada entre as raízes, na região média e no terço apical dos incisivos centrais. Esse forame pode variar em tamanho e forma. Um cisto pode se originar a partir da proliferação dos remanescentes embrionários do ducto nasopalatino.
A imagem do processo coronóide da mandíbula freqüentemente aparece na radiografia periapical da região de molares superiores como uma radiopacidade triangular, sobrepondo-se, muitas vezes, aos ápices dentários. Conseqüentemente, essa radiopacidade pode reduzir o valor de uma radiografia para fins de diagnóstico. Nesse caso, uma outra radiografia deverá ser realizada, solicitando-se ao paciente que abra menos a boca.
Na radiografia periapical da região de canino, os soalhos do seio maxilar e da cavidade nasal estão freqüentemente superpostos e o cruzamento destes pode ser observado, formando na área um Y invertido.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Paciente do sexo masculino, 22 anos, apresenta três dentes supranumerários na região anterior da maxila. O exame radiográfico mostra que dois destes dentes encontram-se superpostos a cada um dos incisivos centrais e o terceiro ao lateral esquerdo. Utilizando-se o método de Clark, foi feita uma nova tomada radiográfica com desvio do feixe de Raios X para a esquerda. Sabendose que a imagem do dente supranumerário superposto ao dente 11 deslocou-se para a esquerda, a do superposto ao 21 deslocou-se para a direita e a do superposto ao 22 para a esquerda, pode-se afirmar que eles se localizam, respectivamente, por:
vestibular, vestibular e palatino.
vestibular, palatino e vestibular.
palatino, vestibular e palatino.
palatino, palatino e vestibular.
vestibular, palatino e palatino.
Radiograficamente, a porção óssea dos maxilares que aparece ao redor das raízes como uma linha radiopaca denomina-se
osso medular.
osso esponjoso.
osso alveolar.
processo alveolar.
alvéolo.
As imagens radiográficas do órgão dentário mostram-se na seguinte escala decrescente em grau de radiopacidade:
Esmalte; dentina e cemento; osso alveolar de suporte; lâmina dura e crista alveolar; câmara coronária e condutos radiculares; espaço periodontal.
Esmalte; osso alveolar de suporte; dentina e cemento; lâmina dura e crista alveolar; câmara coronária e condutos radiculares; espaço periodontal.
Esmalte; lâmina dura e crista alveolar; osso alveolar de suporte; dentina e cemento; câmara coronária e condutos radiculares; espaço periodontal.
Esmalte; dentina e cemento; osso alveolar de suporte; lâmina dura e crista alveolar; espaço periodontal; câmara coronária e condutos radiculares.