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A escolha do anestésico local deve considerar não apenas a eficácia analgésica, mas também a duração do efeito anestésico, uma vez que períodos prolongados de dormência aumentam o risco de autolesão por mordedura de lábios, língua ou bochechas. Qual anestésico local deve ser evitado em Odontopediatria em razão de seu efeito de longa duração?
Bupivacaína.
Benzocaína.
Mepivacaína.
Lidocaína.
Assinale a complicação / acidente mais comum na odontopediatria após a anestesia local.
Paralisia temporal.
Reações alérgicas.
Fratura de agulha.
Úlcera traumática.
Uma das principais complicações após a anestesia local em crianças é o trauma em tecido mole. Para minimizar a ocorrência - dessa complicação, os responsáveis das crianças submetidas à anestesia local devem ser orientados quanto ao tempo de duração da anestesia em tecidos moles de acordo com o anestésico utilizado. De acordo com Dean, Avery e McDonald (2011), qual é o tempo de duração da anestesia em tecidos moles quando utilizada a lidocaína a 2% com epinefrina 1:100.000, respeitando-se a dose máxima de 4,4 mg/kg?
2 a 3 horas.
3 a 8 horas.
3 a 6 horas.
4 a 6 horas.
3 a 5 horas.
De acordo com o uso de anestésicos locais em Odontopediatria, segundo ABOPED (2020), assinale a afirmativa CORRETA:
A toxicidade dos anestésicos está intimamente relacionada à dose administrada, a qual é calculada segundo a massa corporal da criança e o tipo de anestésico.
A administração dos anestésicos pode ser realizada por diferentes vias, sendo a tópica e a infiltrativa as de escolha na Odontopediatria.
O uso preliminar de anestésico tópico também deve ser considerado para cálculo da dose; sedação e anestesia geral implicam alteração da dose máxima também.
Sobredose de anestésicos pode levar a efeitos no sistema nervoso periférico, de leves a graves.
Observe o caso a seguir:
Criança, 6 anos de idade, saudável, sexo masculino, 20 kg. Deverá ser submetido a um procedimento sob anestesia local e o anestésico escolhido para a ocasião pelo cirurgião-dentista foi o cloridrato de mepivacaína 3% sem vasoconstritor.
Qual é o número máximo de tubetes por sessão para esse paciente?
1.
1,5.
2.
2,5.


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Para crianças pequenas, com risco de lesão de tecidos moles autoinfligida pós-anestesia, o anestésico mepivacaína a 3% sem vasoconstritor é uma boa opção para procedimentos curtos. Na realização de procedimentos mais longos, o uso de um anestésico com vasoconstritor é recomendado.
Certo
Errado
Considerando que a utilização dos anestésicos tópicos e locais em odontopediatria apresenta algumas características peculiares, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000 é um anestésico indicado de forma rotineira em odontopediatria, proporcionando, aproximadamente, 60 minutos de anestesia pulpar.
( ) A articaína 4% com epinefrina 1:100.00 é um anestésico contraindicado para crianças abaixo de 7 anos de idade.
( ) A bupivacaína 0,5% com adrenalina 1:100.000 está indicada para crianças, proporcionando entre 20 a 30 minutos de anestesia para tecido mole.
( ) A benzocaína é o anestésico tópico à base de amida, na concentração de 20%, sendo utilizada em crianças de forma rotineira.
A sequência está correta em
V, F, F, F.
F, F, F, V.
V, F, V, F.
V, V, F, V.
No momento da anestesia pediátrica, devem ser usadas técnicas de distração como histórias, músicas, monólogos para que o foco e a atenção da criança sejam desviados. A criança não deve ver a agulha. Para isso, podem ser usados alguns artifícios como
I. rolinho de algodão para cobrir a agulha e tirá-lo próximo da boca.
II. tranquilizar a criança antes do procedimento.
III. avisar qual a sensação do efeito da anestesia.
IV. não falar qual procedimento será feito.
V. evitar movimentos bruscos com a cabeça e o corpo.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
I – II – IV.
III – V.
I – II – III.
I – II – III – V.
IV – V.
No momento da anestesia pediátrica, deve ser usada técnicas de distração, como histórias, músicas, monólogos para que o foco e a atenção sejam desviados. A criança não deve ver a agulha. Para isso, podem ser usados alguns artifícios. São eles, EXCETO:
Não falar qual procedimento será feito.
Rolinho de algodão para cobrir a agulha e tirá-lo próximo da boca.
Tranquilizar a criança antes do procedimento.
Avisar qual a sensação do efeito da anestesia.
Evitar movimentos bruscos com a cabeça e o corpo.
Cirurgião Dentista realizará a técnica de bloqueio do nervo dentário inferior em paciente de 6 anos de idade. Nesse caso, qual será o local de penetração da agulha em relação ao plano oclusal dos molares decíduos?
Na altura da superfície oclusal dos molares.
Abaixo da superfície oclusal dos molares.
A uma distância de 1 cm da superfície oclusal dos molares.
A uma distância de 0,5 cm da superfície oclusal dos molares.
A uma distância de 2,0 cm da superfície oclusal dos molares.


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Considerando a odontopediatria, assinale a opção correta em relação às diferenças anatômicas que devem ser observadas na anestesiologia.
O ângulo goniônico das crianças é menor que o dos adultos.
Nos procedimentos em crianças com menos de 6 anos de idade, recomenda-se inclinar a agulha ligeriramente para baixo durante sua inserção, devido à localização da língula.
Normalmente, a língula das crianças está acima do plano oclusal.
A língula de uma criança com 6-10 anos de idade permanece, em geral, abaixo do plano oclusal.
A língula de uma criança com 10 anos de idade já tem as proporções semelhantes às da língula de um adulto.
Para o atendimento de crianças com quadro clínico de Pulpite, o anestésico local, sem vasoconstritor, melhor indicado é a
lidocaína.
prilocaína.
prticaína.
mepivacaína.
Analise as afirmativas abaixo sobre os cuidados e recomendações que devem ser seguidos durante a anestesia local em crianças.
1. Empregar um anestésico tópico antes da injeção da anestesia local, para minimizar o desconforto provocado pela penetração da agulha.
2. A absorção sistêmica do anestésico tópico não faz parte do cálculo da quantidade total de anestésico administrado.
3. O uso de soluções anestésicas com vasoconstritor não está indicado, pois diminui a velocidade de absorção e aumenta o risco de toxicidade.
4. Reduzir o volume habitual da solução quando a criança estiver sedada.
5. Prevenir a injeção intravascular acidental para não aumentar o risco de sobredosagem relativa.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 1, 4 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
Um cirurgião-dentista injetou dois tubetes de prilocaína a 3%, com felipressina 0,03 UI, em uma criança de 6 anos de idade, com peso igual a 19 kg para realização de procedimento odontológico.
Considere: 1) Volume de um tubete anestésico = 1,8 mL; 2) Dose segura de prilocaína = 6 mg/kg; 3) Dose teto de prilocaína = 300 mg.
Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.
A criança recebeu uma dose considerada segura do anestésico.
Há risco de toxicidade sistêmica com a dose empregada.
Por se tratar de fármacos bastante seguros e de ação localizada, o cálculo da dose máxima a ser empregada não é necessário.
A prilocaína é um anestésico do grupo éster e não é indicada para crianças.
A felipressina é um vasoconstritor adrenérgico.
Criança de 4 anos de idade apresenta-se para tratamento odontológico. Ao exame clínico, observa-se lesão de cárie com profundidade média. A técnica anestésica indicada nesse caso é a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior. A quantidade de anestésico lidocaína 2% com adrenalina 1: 100.000 necessária para se conseguir uma anestesia adequada nessa faixa etária é de
0,6 ml.
0,9 ml.
1,2 ml.
1,8 ml.


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Ainda sobre o caso clínico apresentado na questão anterior, nº 22, deve-se realizar algumas adequações em relação a mesma técnica quando realizada em adultos. A penetração da agulha nessa criança deverá ser feita
1,0 cm acima do plano oclusal dos molares inferiores.
0,5 cm acima do plano oclusal dos molares inferiores.
no nível do plano oclusal dos molares inferiores.
com inclinação ligeiramente para baixo do plano oclusal dos molares inferiores.
Uma criança de 4 anos de idade necessitou realizar uma pulpotomia no molar inferior direito devido a uma lesão de cárie com comprometimento pulpar. Durante o exame clínico, você pesou o pequeno paciente e observou que ele apresentava 20 kg de peso corporal. Sabendo que para realizar o procedimento acima seria necessário anestesiá-lo, caso você optasse pelo sal anestésico mepivacaína 2% com epinefrina 1:100.000, qual seria a dose máxima segura a ser utilizada?
66 mg
88 mg
44 mg
110 mg
Ainda sobre o caso clínico apresentado na questão anterior, n° 36, independentemente de os dentes natais ou neonatais serem da série normal ou supranumerários, está indicada a sua exodontia caso sua implantação seja imatura. Qual é a quantidade máxima de anestésico local (lidocaína 2% com adrenalina 1: 100.000) que pode ser utilizada em bebês recém-nascidos?
0,3 mL.
0,45 mL.
1,6 mL.
3,6 mL.
Paciente de 2 anos, pesando 13kg, necessita de procedimento sob anestesia local no consultório. O anestésico disponível é lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000. A dose máxima recomendada (DMR) de lidocaína é 7mg/kg. Qual a quantidade máxima de tubetes anestésicos que podem ser utilizados considerando a DMR?
2 tubetes.
3 tubetes.
4 tubetes.
5 tubetes.
Paciente feminina, 4 anos, 20 quilos, ASA 1, apresenta-se para tratamento odontológico de rotina. Ao exame clínico, observa-se que a paciente apresenta lesões de cárie em todos os incisivos superiores. Para realizar a restauração dos elementos 51 e 52 na mesma sessão, está indicada a técnica de bloqueio do nervo alveolar superior anterior. Se for utilizada a lidocaína 2% com adrenalina 1: 100.000, a quantidade considerada suficiente para estabelecer anestesia para os dois elementos simultaneamente é de
0,3 mL.
0,45 a 0,6 mL.
0,9 mL.
1,2 mL.


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