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A adesão de um reparo em uma restauração recém-terminada é semelhante à de um reparo feito em uma restauração antiga.
depende da quantidade e qualidade do remanescente dentinário presente.
Um dos fatores que contribuem para que a resina possa mimetizar a estrutura dentária é a adição de opacificadores como o dióxido de silício e o quartzo.
A lesão de esmalte por erosão apresenta um aspecto de desmineralização total e dissolução de camada por camada. O conteúdo mineral do esmalte restante permanece inalterado.
Os óxidos e os cloretos de estanho, produtos suscetíveis à corrosão comumente encontrados nas ligas tradicionais de amálgama, estão ausentes nas ligas com alto conteúdo de cobre.
A restauração de amálgama, realizada de acordo com a técnica, depende, para sua retenção na cavidade, única e exclusivamente de
união química com as estruturas dentárias.
preparo cavitário com ausência de contorno.
retenção friccional com as paredes cavitárias.
condicionamento ácido do esmalte.
retenções adicionais externas.
Os dentes 36 e 46 devem ser restaurados com resina composta de micropartícula.
A cobertura das áreas dentinárias vestibulares expostas com resina composta controlará o problema da sensibilidade em definitivo.
Por não serem capazes de isolar termicamente o dente, as resinas compostas devem ser evitadas quando existe a possibilidade de sensibilidade térmica.
O mecanismo de adesão dos ionômeros de vidro ocorre de duas formas: pela interdifusão dos componentes do cimento, estabelecendo uma união micromecânica; e pela união química obtida pela interação dos grupos carboxílicos do ácido polialcenóico com os íons cálcio da hidroxiapatita que permanecem ligados por fibrilas de colágeno.
A movimentação de fluido nos túbulos dentinários é o evento básico na estimulação da dor e deve ser considerada para explicar a queixa principal do referido paciente. Nesse sentido, o movimento de fluido para dentro dos túbulos produz maior sensibilidade do que o movimento para fora.
O preparo da superfície do esmalte é um passo fundamental para o sucesso das restaurações de resinas diretas. A solução ácida que propicia os melhores resultados de resistência de união e microinfiltração entre o dente e a restauração é o ácido:
O condicionamento do esmalte, quando todo o ângulo cavo superficial de um preparo cavitário está limitado a sua superfície, garante por si só o selamento marginal e a retenção da restauração.
Os hábitos de higiene, a dieta e o uso de medicamentos podem ter provocado a exacerbação da sensibilidade.
Quando se usa uma base de hidróxido de cálcio, espera-se a indução da formação de dentina reparadora, além da neutralização de ácidos que poderiam migrar para a polpa dentária.
independe do procedimento restaurador.
Para restaurações de classe II em molares de Black, nas quais a estética não é primordial, o amálgama é o material de preferência em detrimento das resinas compostas, devido às vantagens de longevidade e custo operacional.
As restaurações adesivas de amálgama promovem boa retenção e reduzem a microinfiltração marginal das restaurações de amálgama.
Aplicações periódicas de verniz de flúor na referida criança deverão ser consideradas no seu plano de tratamento.
A corrosão da superfície da restauração de amálgama, exposta ao meio bucal, é decorrente da formação paulatina de óxidos, que promovem
infiltração marginal.
piora na adaptação da restauração com o tempo.
efeito bactericida.
cárie secundária.
vedamento da interface dente/restauração.