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Os produtos à base de hidróxido de cálcio são materiais de escolha para o forramento de cavidades profundas e muito profundas ou com exposição pulpar, devido ao seu potencial antibacteriano resultante de seu baixo pH.
Um protocolo clínico contemporâneo para restaurações em dentes posteriores com resinas compostas contempla alguns procedimentos:
I. remoção do excesso de umidade com cuidado para não ressecar a dentina;
II. anestesia, profilaxia, seleção de cor e isolamento do campo;
III. aplicação de ácido fosfórico a 37% nas margens de esmalte, estendendo o condicionamento para a região de dentina;
IV. remoção de tecido cariado e limpeza da cavidade com spray ar-água;
V. aplicação de adesivo, polimerização do adesivo e aplicação de resina tipo Flow;
VI. lavagem da cavidade para remoção total do condicionador e posterior secagem.
A seqüência correta de procedimentos é
I, II, III, IV, V e VI.
I, III, IV, VI, V e II.
II, I, III, VI, V e IV.
II, IV, I, III, VI e V.
II, IV, VI, V, I e III.
Corantes resinosos utilizados como agentes opacificadores para caracterização de restaurações de resina composta fotopolimerizável, diretas, semidiretas ou indiretas, e para opacificação de núcleos e pinos metálicos são os mesmos utilizados para pigmentação de porcelanas.
O pó e o líquido do cimento de ionômero de vidro devem ser armazenados em geladeira.
Os instrumentos para isolamento absoluto do campo operatório incluem: perfurador de Ainsworth, pinça portagrampo, dique, lençol de borracha e pinça de Allis.
Entre as medidas clínicas que podem controlar a contração de polimerização incluem-se a técnica de inserção incremental de acordo com a configuração cavitária e o controle da velocidade de polimerização.
O aumento do tempo de exposição da resina à luz aumenta a profundidade de polimerização efetiva.
O grau de conversão de polimerização de uma resina composta diminui progressivamente em relação à sua profundidade ou espessura.
Nos sistemas fotoativados, a polimerização não acontece por toda a massa, como nas resinas quimicamente ativadas.
Tonalidades mais escuras de material são polimerizadas até profundidades maiores.
A utilização de resina composta em facetas estéticas requer cuidados devido ao possível desgaste pela escovação. Nesse caso, é recomendável a utilização de escovas de cerdas macias e dentifrícios menos abrasivos.
As resinas compostas podem endurecer se forem expostas à luz do consultório.
A escolha do material restaurador, no tratamento dentário, é uma decisão do paciente, pois os materiais restauradores têm a mesma vida média.
São maneiras adequadas de se aumentar o tempo de trabalho com os cimentos ionoméricos sem comprometimento da qualidade final da restauração final:
Resfriamento da placa.
Resfriamento do líquido.
Acondicionamento demorado do pó em geladeira.
Aumentar a quantidade de líquido a ser utilizado na mistura.
Gestante, com 30 semanas de gestação, sem alterações sistêmicas, apresentou-se ao consultório queixando-se de dor provocada durante a mastigação no dente 46. Após o exame clínico, o profissional constatou lesão de cárie de profundidade média, sem risco de envolvimento pulpar. O tratamento clínico indicado para o caso é:
anestesia de bloqueio, remoção total da cárie e restauração.
acompanhamento clínico e prescrição de analgésico.
anestesia de bloqueio, remoção total da cárie e curativo.
curetagem do tecido cariado, hidróxido de cálcio e ionômero de vidro.
curetagem do tecido cariado, hidróxido de cálcio e restauração.
Por conferirem maior lisura superficial e resistência mecânica satisfatória, as resinas de micropartícula são indicadas na última camada de restaurações oclusais de dentes posteriores.
O preparo para facetas deve, preferencialmente, localizarse no esmalte. Em dentes escurecidos por tratamento endodôntico, estudos indicam que mesmo o desgaste mínimo de dentina diminui substancialmente a resistência do dente.
Esse dente deve receber, preferencialmente, tratamento expectante.
Está indicada a restauração do dente 16 com amálgama ou resina composta.
Durante a presa, o amálgama de liga convencional apresenta uma contração de volume pequena; posteriormente, o amálgama se expande e produtos de corrosão podem selar a interface dente/restauração.
Quanto ao tamanho das partículas, as resinas atuais podem ser classificadas em microparticuladas, híbridas e(ou) microhíbridas, e nanoparticuladas.