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A adesão dos materiais dentários restauradores à estrutura dental é influenciada pelos seguintes fatores, exceto:
Adesão química.
Interpenetração.
Molhamento.
Tensão superficial.
Imbricamento micromecânico.
Os conhecimentos acerca dos materiais restauradores, durante uma necropsia odonto-legal em um cadáver carbonizado, NÃO permitem ao perito conjecturar sobre:
a identidade da vítima.
a identidade do cirurgião-dentista.
a exclusão de possíveis vítimas.
a temperatura que o fogo atingiu.
o tempo de duração das chamas.
O material de escolha para a realização da restauração, está indicado na alternativa:
Cimento de ionômero de vidro.
Resina composta nanohíbrida.
Resina composta flow.
Amálgama de prata.
Paciente com 41 anos de idade, sexo masculino, apresenta uma extensa restauração de amálgama no dente 25, nas faces mésio-ocluso-distal, com cúspides sem suporte de dentina e cavidade pouco retentiva. A presença de cárie secundária requer a substituição desta restauração, que tem indicação de material restaurador, o amálgama com
adesivo.
resina composta.
liga de partículas esféricas.
ionômero de vidro.
baixo teor de cobre.
Acerca dos materiais restauradores diretos para dentes posteriores, assinale a opção correta.
Após nove anos, a taxa de sobrevida para as resinas compostas é de aproximadamente 90%.
Uma das grandes vantagens da resina composta é a possibilidade de ser reparada, já que a adesão da nova resina sobre a anterior permanece inalterada com o tempo.
A contração de polimerização das resinas compostas é um dos fatores causadores da infiltração marginal e de consequente falha da restauração.
Com o advento das resinas mais modernas, com cargas cerâmicas, a resistência ao desgaste da resina e do amálgama passou a ser praticamente igual, mesmo considerando-se os fenômenos de fadiga e efeito do tempo de permanência na cavidade bucal.
Considerando-se como fator principal a longevidade da restauração, o material de escolha para uma restauração posterior deve ser a resina composta.
A resina compósita é muito utilizada em restaurações. Em relação a esse material, analise as assertivas abaixo.
I. A resina compósita para uso dentário consiste em uma mistura de moléculas monoméricas volumosas de metacrilato com carga inorgânica à base de sílica finamente dividida ou de vidros de aluminossilicato ou borossilicato.
II. As resinas compósitas apresentam boas características estéticas e de resistência mecânica ao uso, mas devido ao tipo de reação, a restauração pode sofrer encolhimento e, consequentemente, ocorrer infiltrações.
III. As resinas compósitas aderem bem ao tecido natural, têm alta resistência à compressão e a ataques por ácido e água. Além disso, elas podem liberar flúor lentamente para o tecido natural, aumentando a resistência a cáries.
É correto o que se afirma em
I e III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A adesão do material restaurador aos tecidos duros do dente é fundamental para a durabilidade das restaurações em dentes anteriores, em especial porque restaurações de classes IV e V são, geralmente, lesões expulsivas.
A escolha do material restaurador, no tratamento dentário, é uma decisão do paciente, pois os materiais restauradores têm a mesma vida média.
Em dentes anteriores despolpados, o amálgama de prata pode ser corretamente utilizado como material intracoronário, o que confere mais resistência à estrutura da coroa dentária.
Materiais restauradores coronários devem ter estabilidade química, não devendo desprender íons ou compostos que possam alterar a cor do dente.
Pacientes geriátricos têm, com freqüência, lesões de cárie da classe V de Black associadas a retrações gengivais, a dificuldades motoras para adequada higienização e a uso de medicamentos que alteram as condições da microbiota bucal. Quando há necessidade de terapia restauradora, um dos materiais de escolha é o cimento ionomérico.
De modo geral, para pacientes com bruxismo, a restauração de resina composta da classe II de Black pode ser indicada.
Considere a situação de um paciente, de 60 anos de idade, que apresenta lesões de cárie radicular na vestibular dos dentes pré-molares após 6 meses de uso de medicamento para tratar crise depressiva. Para esse caso, o material restaurador de escolha é o(a)
resina composta.
amálgama.
ionômero modificado por resina.
ionômero convencional.
Considere que um paciente de 10 anos de idade apresente lesão de cárie Classe II de Black (MOD) no primeiro molar inferior direito, de profundidade média e extensão do vestíbulo lingual igual à metade da largura total da cavidade. Levando em consideração os materiais restauradores atualmente disponíveis, as condições apresentadas pelo paciente e também a longevidade da restauração, o material de escolha, nesse caso clínico, é o(a)
amálgama dental.
resina composta.
cerômero.
cerâmica.
As ligas com alto conteúdo de cobre aumentam a fase gama2, resultando em melhores propriedades finais da restauração.
Nenhum material restaurador adere quimicamente à estrutura dentária. Conseqüentemente, a penetração de fluidos e resíduos ao redor das margens cavitárias pode ser causa principal de cárie secundária.
Amálgamas produzidos a partir de pós-usinados ou derivados da mistura de limalhas e ligas esféricas tendem a resistir melhor à condensação que aqueles produzidos totalmente a partir de pós-esféricos.
Uma das principais causas de falha em restaurações de amálgama é a expansão tardia, que ocorre devido à trituração e à condensação insuficientes e, principalmente, à contaminação com umidade das ligas que contêm zinco, durante a trituração ou a condensação.
Para promover a retenção desta restauração de amálgama, indica-se
amalgamapin
extensão preventiva.
canaletas em esmalte.
bisel na borda cavo-superficial do esmalte.
condicionamento ácido em dentina.
As ligas de prata-estanho são muito frágeis e difíceis de serem pulverizadas com uniformidade. A adição de pequena quantidade de cobre em substituição à prata aumenta a resistência dessas ligas.