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Sobre os cuidados paliativos, é CORRETO afirmar que
estão indicados quando o paciente não é candidato à terapia curativa, bem como apresente sintomas de sofrimento psicossocial e/ ou espiritual não controlado.
estão indicados exclusivamente quando o paciente tem doença grave e prefere não ser submetido a tratamento de prolongamento de vida.
não estão indicados nos casos de visitas frequentes ao atendimento de emergência (mais de uma vez no mês pelo mesmo diagnóstico).
não estão indicados, pois não é mais necessário em casos de internação prolongada, sem evidência de melhora.
não estão indicados nos casos de internação prolongada em UTI, ou prognóstico reservado documentado pela equipe médica.
Em relação aos objetivos e aos princípios dos cuidados paliativos, é CORRETO afirmar que buscam
o alívio do sofrimento, melhora da qualidade de vida e cuidado integral da pessoa.
afirmar a vida e considerar a morte como um processo normal da vida, embora não possam contribuir para aliviar a dor nem outros sintomas desagradáveis.
acelerar a morte e, dessa forma, eliminar a dor mediante a abordagem multiprofissional.
dissociar os aspectos psicológicos e espirituais no cuidado ao paciente, focado no controle da dor.
oferecer um sistema de suporte que possibilite ao paciente manter-se dependente, sob a régia exclusiva de seus familiares.
Considerando os cuidados paliativos, é CORRETO afirmar que o cuidado odontológico pode contribuir para o conforto e a qualidade de vida
por meio do alívio das dores orofaciais, prevenção e tratamento de feridas orais.
embora não possa prevenir nem tratar focos infecciosos oportunistas na boca.
por meio do controle de quadros de sangramento oral, embora não possa realizar readaptações e consertos de próteses dentárias “frouxas” ou defeituosas.
por meio da proteção dos dentes e tecidos moles frente a situações de trismo, mas não de convulsões de repetição.
embora não possa prevenir nem aliviar a mucosite oral, a xerostomia nem a disfagia.
Cicely Saunders dizia que "o sofrimento humano só é intolerável quando ninguém cuida”. Considerando os cuidados paliativos, é CORRETO afirmar que
o Hospice St. Cristopher’s Hospice, em Londres, na Inglaterra, foi o primeiro serviço a congregar pesquisa, ensino, assistência em cuidados paliativos e apoio aos familiares no decorrer da doença e pós-morte (luto).
segundo a Organização Mundial de Saúde, é a abordagem que promove qualidade de vida de pacientes em detrimento de seus familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida.
promove qualidade de vida de pacientes e familiares por meio da prevenção e do alívio do sofrimento, exclusivamente físico.
segundo a Organização Mundial de Saúde, é imprescindível a identificação precoce, avaliação e tratamento exclusivos da dor física e problemas de natureza psicossocial.
segundo a Organização Mundial de Saúde, os problemas devem ser controlados, independentemente da acepção espiritual, a qual deverá ser suprimida, pois pode confundir e impedir tratamentos necessários.
A endocardite bacteriana é uma infecção grave que resulta da proliferação bacteriana nas superfícies cardíacas danificadas em consequência da febre reumática, lesões valvulares adquiridas, defeitos do septo ventricular, entre outras condições patológicas. O fato de microrganismos comuns à cavidade bucal serem responsáveis por uma proporção significativa de agentes causais da endocardite bacteriana, é imperioso que o cirurgião-dentista investigue esta condição em seu paciente, considerando que
I. qualquer manipulação dentária que provoque sangramento gengival (até mesmo um exame intrabucal com espelho, sonda periodontal e explorador) pode acarretar bacteremia passageira em paciente cuja anamnese mostrou ser portador de valvulopatia.
II. em se tratando de pacientes com histórico prévio de endocardite bacteriana, é desnecessário, em qualquer tipo de tratamento dentário, procedimentos profiláticos uma vez que houve produção de anticorpos protetores.
III. em pacientes que se submeteram à derivação cirúrgica das artérias coronárias, (revascularização do miocárdio) o risco de desenvolver endocardite bacteriana pós-tratamento dentário é sempre muito elevado.
IV. muito embora a endocardite bacteriana possa ocorrer em pacientes sem lesões cardíacas previamente documentadas, a profilaxia antibiótica é desnecessária e só se justifica nos pacientes com anormalidades subjacentes conhecidas.
Está correto o que se afirma APENAS em
II e III.
I e III.
I e II.
I e IV.
II e IV.