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O conhecimento dos principais tipos interações medicamentosas se faz essencial, pois, a...

O conhecimento dos principais tipos interações medicamentosas se faz essencial, pois, atualmente, grande parte dos adultos faz uso regular de fármacos para o controle de condições sistêmicas crônicas e as interações farmacológicas, na verdade, são responsáveis por 5% a 10% de todas as reações adversas. Uma interação medicamentosa ocorre quando um fármaco primário ou “objeto” tem seus efeitos modificados por um fármaco que interage ou é “precipitante” e responsável por alterar os efeitos do fármaco objeto. Sendo assim, considerando os tipos de interações medicamentosas que podem ocorrer, é correto afirmar que:


A

a potenciação indica que a resposta biológica ou clínica ao fármaco é reduzida pela administração de um segundo agente. Em alguns casos, a ação de um ou ambos os fármacos pode ser diminuída ou completamente perdidos.


B

a somação é a combinação de fármacos que pode resultar em resposta tipicamente não observada quando um deles é administrado separadamente, mesmo em dose excessiva. Pode envolver a formação de um metabólito altamente ativo.


C

o antagonismo ocorre quando a combinação de dois fármacos que não possuem as mesmas atividades farmacológicas resulta num efeito maior do que o esperado. O fármaco precipitante ou potenciador sensibiliza o paciente ao fármaco ativo principal.


D

o efeito inesperado refere-se às atividades combinadas de fármacos que resultam em efeitos farmacológicos idênticos ou relacionados. Porém, o efeito máximo que pode ser obtido não é maior do que o que pode ser atingido por doses suficientes de um único fármaco.


E

o sinergismo ocorre quando a combinação agonistas permite uma magnitude de efeitos além daqueles obtidos com um único fármaco, produz um efeito que é maior quantitativamente do que aquele que pode ser atingido por doses efetivas máximas de qualquer fármaco administrado isoladamente.