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O cirurgião-dentista encontra-se frequentemente frente a um...

O cirurgião-dentista encontra-se frequentemente frente a um dilema: quando adotar uma postura conservadora, tratando dentes comprometidos periodontalmente e, quando optar extraí-los e substituí-los por implantes osteointegrados. As decisões terapêuticas devem ser embasadas na avaliação de riscos que envolvem a manutenção ou a extração de um dente comprometido, assim como riscos inerentes à instalação do implante. Sob o ponto de vista periodontal, considera-se um dente com prognóstico desfavorável, quando há perda de


A

75% ou mais do osso alveolar de suporte, perda de inserção clínica periodontal maior que 8 milímetros e mobilidade grau III.


B

50% do osso alveolar de suporte, perda de inserção clínica periodontal igual ou menor que 6 milímetros e mobilidade grau II.


C

25% do osso alveolar de suporte, perda de inserção clínica periodontal entre 4 a 6 milímetros e mobilidade grau II.


D

50% do osso alveolar de suporte, perda de inserção clínica periodontal entre 4 a 6 milímetros, com raízes mesiodistal e/ou palatina aproximadas e mobilidade grau II.


E

25% do osso alveolar de suporte, profundidade de sondagem de 6 milímetros e mobilidade grau I.