Paciente com 59 anos de idade, sexo masculino, relata fumar em média 25 cigarros ao dia, desde a juventude, e não consumir
bebidas alcoólicas. A consulta odontológica foi motivada por ter “mordido a língua e ter sentido uma ferroada e, na frente do
espelho, ver que apareceu uma ferida”. Após a realização de exames clínicos, o diagnóstico de carcinoma espinocelular
A
indica um estágio intermediário da doença, pois a inflamação peritumoral provoca uma redução na vascularização, o que
afeta a mobilidade da língua e provoca dificuldades na fala e deglutição.
B
indica uma fase inicial da doença, caracterizada pelo aparecimento de um nódulo de crescimento rápido e consistente à
palpação, com sangramento intenso devido à progressão da lesão que lesa os vasos sanguíneos.
C
mostra um estágio avançado da doença, quando tem início o acometimento neurológico periférico, em que o tumor
começa a comprimir estruturas nervosas, causando dores agudas e de alta intensidade.
D
mostra um estágio avançado da doença, pois a inflamação peritumoral provoca um aumento de vascularização da área e a
úlcera se infiltra nos tecidos circunjacentes, facilitando o sangramento.
E
é pouco provável, pois a principal característica do carcinoma na fase inicial é a presença de lesões indolores, com
sangramento ocasional e presença de úlceras que cicatrizam após 15 dias.