Nas etapas de coleta e documentação de evidências da impressão da
mordida humana, o registro fotográfico
A
deverá ser realizado uma única vez, sem necessidade de
acompanhamento da evolução da lesão, no caso de vítimas
vivas.
B
não sofre interferência da intensidade de luz no registro da
lesão em caso de vítimas vivas.
C
exige que as tomadas sejam iniciadas em close, para que
o registro apresente maior riqueza de detalhes.
D
deve ser realizado com foco na impressão da lesão da vítima,
de uma única vez, sem necessidade de escalas milimétricas
associadas nem de tomadas panorâmicas.
E
é um dos melhores métodos para se documentar a análise das
mordidas e deve ser realizado em algumas tomadas com escala
milimétrica associada.