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São várias as concepções pedagógicas que marcam a proposição e a organização da educação escolar no Brasil e no mundo. Considerando essa temática, e observando o pensamento do/da respectivo(a) autor(a), é correto afirmar:
Paulo Freire se contrapôs ao sistema tradicional de educação propondo um modelo educativo focado no estudante sujeito do processo de ensino-aprendizagem, de forma que a aprendizagem tenha como ponto de partida a problematização dos conhecimentos prévios dos alunos.
John Dewey afirmava que o humano nasce naturalmente bom, motivo pelo qual a educação deve partir das condições e dos instintos naturais da criança para desenvolvê-los, cabendo a tarefa de educar ao docente, que deve, antes de tudo, preservar a criança, evitando-se as formas educativas que promovam a inteligência de forma prematura e impensada.
Jean Jacques Rousseau propôs práticas pedagógicas que levariam a educação para a autonomia dos educandos, respeitando sua história, trajetória e cultura e tomando como referência importante o acervo de conhecimentos empíricos do indivíduo e as questões sociais e políticas.
Johann Heinrich Pestalozzi indicou que o aluno constrói o seu próprio aprendizado, de forma que os docentes não podiam transmitir os conteúdos com total excelência, uma vez que o aprendiz só consegue aprender aquilo que tem condições de absorver.
Maria Montessori enfatizou a centralidade da atividade livre e do incentivo ao desenvolvimento físico e cognitivo das crianças, associando, de maneira equilibrada e codependente, liberdade e disciplina, o que lhe permitiu a produção de uma releitura da ideia de autoeducação.