O conhecimento sobre as didáticas específicas - verdadeira matéria-prima do trabalho do professor - existe e começa a ser incorporado às escolas. Hoje, sabe-se que os alunos sempre têm alguma, ou muita, informação sobre o objeto de ensino que será trabalhado em classe. Portanto, é preciso levar isso em conta na hora de planejar e propor atividades - em vez de ficar simplesmente reproduzindo um mesmo método como se a turma fosse 100% homogênea, tanto em termos de conhecimentos prévios, como na capacidade de avançar.
Ou seja, há didáticas específicas porque não apenas o jeito de ensinar Geografia é diferente do de ensinar História, por exemplo, mas porque:
cada área do conhecimento tem uma estrutura diferente que requer atividades de ensino também diferentes.
as possibilidades de suporte pedagógico são metodologicamente diferentes para cada disciplina.
os conteúdos têm que ser adequados de maneira a homogeneizar as metodologias de ensino.
devem-se utilizar metodologias diferentes para cada turma, mesmo estas sendo de séries equivalentes.
dentro da própria disciplina há formas mais eficientes de trabalhar cada conteúdo.