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A avaliação implica, de maneira explícita ou não, projetos de sociedade e concepções de sujeito e de aprendizagem, dirigidos pelas referências culturais e políticas de quem avalia. Assim, uma prática de avaliação emancipatória deve explicitar seus instrumentos, critérios e valores. A avaliação é, portanto, uma atividade que envolve legitimidade técnica e legitimidade política na sua realização. Segundo o documento Diretrizes curriculares da educação básica para o ensino fundamental e educação de jovens e adultos anos finais: um processo contínuo de reflexão e ação, na avaliação institucional participativa feita em cada escola busca-se um modelo que se aproxime de uma avaliação
mais compreensiva, visando ao planejamento e à realização de ações, isto é, à produção de políticas públicas pautadas em um padrão de qualidade explícito, atualizado, inclusivo e negociado.
mais subjetiva, adotando a linha da autoavaliação, voltada para o sujeito cognoscente, preocupado com o seu eu e seu mundo interior.
por competências, habilidades e atitudes, voltada para a formação do profissional preparado para suportar as frustrações e competições do mercado de trabalho.
que promova a competição, a classificação e o ranqueamento, típico de uma cultura avaliativa que estimula os alunos a sempre produzir muito mais do que são capazes.
que adota um sistema classificatório a partir do desempenho do aluno obtido por meio notas atribuídas a partir de provas regulares.